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RESENHA: GLENN HUGHES EM BH (21/08/15)

O texto apresenta a opinião do autor da matéria, e não do site #VamosMusicalizar. A responsabilidade por todo o conteúdo deste artigo é, exclusivamente, do autor citado acima.
Luiz Ferreira


No dia 21 de Agosto de 2015, o grandioso Glenn Hughes, ex-Deep Purple e ex-Black Sabbath, fez uma exibição memorável no Music Hall, em Belo Horizonte, com a participação especial de Doug Aldrich, ex-guitarrista de Dio, Whitesnake e atualmente está com o Revolution Saints. Além de Aldrich, Glenn tinha na bateria, Pontus Engborg, que entre outros trabalhos, acompanhou Eric Martin, do Mr. Big em carreira solo.

A casa não parecia estar em sua lotação máxima, mas eu diria que estava próximo disso, o que ao meu ver, foi vantajoso, pelo aspecto de poder ver o espetáculo de forma confortável e sem muita “micaretagem”.

Desde o início do show, a impressão que dava era que Glenn realmente se importava com cada uma das pessoas que alí estavam. Entre uma música e outra, ele conversava muito com o público e fez transparecer uma proximidade muito grande com os fãs. A impressão que me dava de onde eu estava, era que parecia que ele tocava em um quarto com alguns amigos, perguntando o que estavam achando das músicas, se estavam ouvido bem e coisas do tipo. E essa aura que o show transmitiu, fez com que o fãs vibrassem e entoassem seu nome por diversas vezes no show.

Em dado momento, algumas pessoas atentas de que naquela noite Glenn celebrava seu aniversário, iniciaram um canto de “Happy Birthday To You”, que logo tomou boa parte do público, o que foi percebido pelo “Voice Of Rock” e por toda a banda, que se divertiram com isso e até trouxeram um bolo com velinhas ao centro do palco. E de fato, foi uma festa e tanto.

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Hughes não poupou sua voz, e com ela, fez muita gente ficar boquiaberta e até sem compreender como ele chegara até alí em tão plena forma, tanto física e técnica. Mesmo tendo feito uma agenda com poucos intervalos entre os shows, esse verdadeiro frontman estava em chamas, e sempre que podia, aplicava drives e beltings e os sustentavam por bons períodos de tempo, o que foi algo fenomenal.

Outro fato que me chamou muita atenção no show, foi o setlist. Geralmente, bandas grandes, costumam colocar uma música com mais esforço vocal no meio do início do set, outra no meio e evitam colocar no fim, para evitar muito desgaste do vocalista. Já com Glenn, não foi bem assim, tanto é verdade que ele finalizou o show com “Burn”, e acrescento, de forma magistral.


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