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RESENHA: CIRCUITO BANCO DO BRASIL (18/10/14)


No último sábado (18), ocorreu em Belo Horizonte, na Esplanada do Estádio Mineirão, o festival Circuito Banco do Brasil. O festival contou com cinco bandas, sendo elas: Stereophant (vencedora do concurso VOZPARATODOS), Nação Zumbi, Titãs, Panic! At The Disco e a headliner, Linkin Park.
O evento contou com a presença de 20.000 fãs enlouquecidos para ver os seus “ídolos”, – sim, existiam 20.000 pessoas sem nada para fazer, e decidiram pegar um sol de 36º C, apenas para “refrescar” –.

Stereophant

A banda carioca foi escolhida por votação popular através do concurso VOZPARATODOS, – das duas, uma: ou não existiam outras bandas concorrendo, ou os fãs da banda são realmente muito fiéis –.
O show começou exatamente na hora marcada, 16:50h, e então... entra essa banda medonha. Com guitarras fracas, bateria que parece as panelas da sua bisavó, e um vocal... enfim, nota 0,2.

Nação Zumbi

Depois de um início “triunfante”, o show de horrores não podia parar! Jorge dü Peixe e sua “turma” entram no palco com uma música simplesmente RIDÍCULA, chamada ‘Foi de Amor’, faixa do último álbum, ‘Nação Zumbi’, a música mais se parece com uma música das Meninas Super Poderosas do que aquelas grandes músicas que ganharam as rádios nos anos 90, com o grande Chico Science.
Uma banda com mais percussionistas que membros da sua família, um baixista praticamente em coma no palco, e um bom guitarrista, que não conseguiu fazer milagre e apagar a performance vexatória. Nota 3.

Titãs

O que dizer desses dinossauros do rock? Seria um show inesquecível, o melhor da noite, certo? Pois é, sem sombra de dúvidas foi a maior decepção do festival. Um setlist forte, pesado, mas com os membros totalmente desligados.
E convenhamos, o que foi aquele começo de show? Me senti no show do Patati & Patatá, máscaras ridículas, que não chamaram nem um pouco a atenção dos que estavam lá, muito pelo contrário, causou muitas gargalhadas.
Mas depois das músicas do pavoroso último álbum, ‘Nheengatu’, algumas das boas faixas da carreira do Titãs, como: ‘Polícia’ e ‘Sonífera Ilha’. Mas não posso deixar de destacar a grande vitória da carreira do Titãs, que foi a exclusão da enfadonha, ‘Epitáfio’. É com muita tristeza e decepção que dou a nota 4,5.

Panic! At The Disco

Com toda a certeza, a maior surpresa da noite! Confesso que não esperava nem um pouco sobre essa banda. Mas ao entrar no palco, se mostraram uma banda muito madura e extremamente eficiente.
Um vocal extremamente competente de Brendon Urie, uma guitarra impecável de Kenneth Harris, um baixo incrível de Dallon Weekes, e Ian Crawford segurando muito bem a base.
Destaques para a incrível ‘Vegas Lights’, que abriu o show com tudo, e o excelente cover da banda Queen, ‘Bohemian Rhapsody’, interpretada de forma incrível por Brendon. Um grande show, nota 9,7.























Linkin Park
Chegou a hora do headliner do festival, e convenhamos, só teve esse posto pelo nome, porque se for depender da qualidade musical...
Não restam dúvidas que o Linkin Park é muito fiel às versões de estúdio, mas assim como nos estúdios, continuam a mesma banda chata, sem atitude alguma, sem um estilo definido, e um “frontman”... afinal, podemos considerar Chester Bennington um frontman? Porque a sua capacidade de realizar tal ação, é praticamente zero.
Um setlist que condiz com o que a banda é, ou seja, um setlist fraco, que nem as famosas ‘Numb’ e ‘With You’ conseguiram disfarçar a mediocridade da banda. Nota 5.

#VamosMusicalizar

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1 Comentar
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Uma das piores resenhas que já li na minha vida, escreve muito mal e totalmente sem argumento ou lógica. Se mata cara.

Balas