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Mötley Crüe estaria preparando, secretamente, um novo álbum e turnê em 2018

Mötley Crüe estaria preparando, secretamente, um novo álbum e turnê em 2018

A banda angelena Mötley Crüe, que realizou sua "última turnê" em 2014/15, passando pelo Brasil, com uma única data, no Rock in Rio, estaria, de acordo com fontes próximas à banda, preparando secretamente um novo álbum e também uma turnê em para serem lançados em 2018.

O planejamento da banda seria lançar o novo álbum junto com uma produção biográfica que será exibida pela Netflix. Assim, logo em seguida ao lançamento do novo disco, o Mötley Crüe anunciaria sua volta aos palcos.
CONTRATO ESPECIAL
No início de 2014, em coletiva de imprensa, o quarteto assinou um contrato em que nenhum dos quatro poderia usar o nome Mötley Crüe após a turnê, que teve seu último show na virada do ano de 2015 para 2016. Porém, uma cláusula do contrato dá uma brecha para que uma volta aconteça: “a menos que todos os integrantes anulem o contrato em conjunto”.
De acordo com a fonte, o responsável para que toda essa volta seria o guitarrista Mick Mars, que é querido pelos outros integrantes e estaria colocando panos quentes para que a banda volte.
FIM DEFINITIVO
Em contato com o Mötley Crüe, a fonte conta que a banda faria, definitivamente, o FIM após a produção da biografia na Netflix, o lançamento do álbum, que seria o primeiro depois de 2008, quando foi lançado “Saints of Los Angeles”, e se encerraria com uma turnê mundial.
#VamosMusicalizar

ENTREVISTA | HENRIK KLINGENBERG (SONATA ARCTICA)

De origem Finlandesa, a banda Sonata Arctica está de volta ao Brasil para 10 apresentações, promovendo o novo álbum “The Ninth Hour”.

Em entrevista, Henrik Klingenberg, tecladista da banda, nos contou um pouco da história do grupo, revelou os planos futuros e disse o que espera dessa tour que passa pelo Brasil.


Dani Salla: Em 2000, um ano depois do lançamento do primeiro álbum, saiu o EP “Successor”, onde, entre outras faixas, havia alguns covers de bandas famosas. De onde veio a ideia de gravar esses covers? Era algum desejo pessoal de vocês?
Henrik Klingenberg: Se eu me lembro bem, os caras foram convidados a fazer alguns covers para álbuns tributo das referidas bandas.

D.S.: A formação da banda já passou por algumas mudanças. Como essas mudanças são vistas? Isso ajuda na evolução de vocês?
H.K.: Eu acho que, sempre que você muda um membro da banda, a dinâmica do grupo muda um pouco. Nós tivemos sorte de encontrar caras que se ajustaram bem com a banda.

D.S.: Por alguns anos, Jani Limmatainen foi um dos guitarristas da formação. Existe a possibilidade dele, ou outro ex-membro, participar de algum projeto no futuro?
H.K.: Nós não falamos sobre algo assim. Eu acho que tudo é possível, mas, por hora, os caras que estão fora da banda estão fora e nós vamos seguir em frente com a formação atual.

D.S.: Podemos observar ao longo da história da banda, que o estilo de vocês também mudou bastante. O primeiro álbum seguia um conceito mais Power Metal e o novo, “The Ninth Hour”, está mais melódico. Essas mudanças foram influenciadas por algo?
H.K.: Eu acho que tudo influenciou onde nós estamos agora. Faz mais de 15 anos desde o primeiro álbum, então, eu penso que seria realmente estranho se a banda ainda se parecesse com a mesma daquela época.

D.S.: Falando sobre influências, quais bandas ou artistas servem de inspiração para vocês, na carreia, e na vida?
H.K.: Eu acho que as minhas principais influências foram Deep Purple, Dream Theater e Metallica, Frank Zappa e Rush… E, com certeza, vários outros. Na vida, eu sou inspirado por uma variedade de coisas, a natureza, por exemplo, é uma delas.

D.S.: Há algum desses que vocês gostariam de fazer uma parceria?
H.K.: Eu ficaria feliz por tocar com qualquer um dos meus ídolos, em qualquer momento.

D.S.: No ano de 2014, a gravadora Ouergh Records anunciou um álbum tributo ao Sonata Arctica, com bandas que foram influenciadas pelo grupo. De quem surgiu essa idéia e o que a banda achou do álbum?
H.K.: Eu acho que isso foi ideia deles. Sinto-me lisonjeado por alguém querer fazer um tributo a nós. Várias versões ficaram realmente legais, então, eu acho que isso foi algo muito bom.

D.S.: Sonata Arctica já tocou diversas vezes no Brasil. Há alguma diferença marcante, que vocês veem apenas aqui? (Não vale responder "caipirinha", ok?! haha)
H.K.: Por que não caipirinha? (Risos) Eu acho que o Brasil tem uma das platéias mais barulhentas e loucas que já tocamos... E o clima está sempre bom...

D.S.: Em “The Ninth Hour”, vemos letras que, com um pouco de fantasia, tratam de questões do nosso cotidiano. Há algum conceito estabelecido para este álbum ou alguma mensagem principal a ser transmitida?
H.K.: Eu não diria que há uma mensagem principal. Algumas músicas estão relacionadas ao meio ambiente, mas, como um todo, o álbum está cheio de histórias diferentes.

D.S.: E o lobo? Ele sempre está presente nas capas dos álbuns. Ele tem algum significado especial pra vocês?
H.K.: Ele acabou se tornando nosso símbolo, com músicas como Fullmoon, Wolf & Raven, etc. De certa forma, ele é parte integrante da nossa imagem.

D.S.: Quais são os próximos planos do Sonata Arctica?
H.K.: Nós estaremos em tour na América Latina até 4 de junho e em julho começa a tour de verão. No outono, ainda temos várias pequenas tours para fazer e em algum momento no próximo ano nós começaremos a planejar nosso próximo álbum de estúdio.
  
D.S.: Algo que os fãs sempre querem saber: Como é a relação da banda com os fãs?
H.K.: Eu acho que é muito boa. Nossos fãs têm sido muito legais e gentis conosco e nós tentamos fazer o mesmo por eles.

D.S.: Temos um quadro aqui no #VamosMusicalizar que queremos saber o que o artista está ouvindo. Quais as bandas que vocês têm ouvido ultimamente?
H.K.: Tenho ouvido The Stage, do Avenged Sevenfold, e algumas coisas mais antigas, como Tom Waits e algo do material solo de Devin Townsend... Algo de Frank Zappa também. Há muitas músicas que eu curto quando tenho a chance.
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D.S.: Pode nos indicar uma boa banda finlandesa para ouvirmos?
Henrik: Lost Society, Santa Cruz, Battle Beast, Psycheworks… Há muitas bandas filandesas boas.

D.S.: Para terminar: O que podemos esperar desses shows no Brasil? Querem deixar algum recado pros fãs brasileiros?
Henrik: Se eu te falasse, não seria uma surpresa, não é? (risos) Eu espero que tenhamos bons momentos juntos e grandes noites para recordar... Obrigado pelo apoio e espero ver todos vocês muito em breve nos shows! Abraços, Henkka.

 O Sonata Arctica passa por dez cidades brasileiras em maio. Ainda há poucos ingressos disponíveis para as apresentações:


Ícone do punk britânico lança livro em cidade mineira


No dia 21 de abril, o escritor, poeta, filósofo, pintor, músico e ativista inglês Penny Rimbaud realizará o lançamento do livro "Eles nos devem uma vida", a partir das 16h, na Estação Ferroviária (Sede do Movimento Unificado Negro de Divinópolis – MUNDI), localizada na Rua Oeste de Minas, 21, praça X Gontijo, Centro (atrás do antigo Pronto-socorro). Penny Rimbaud está em turnê no Brasil e pela primeira vezem Divinópolis.
Resultado de imagem para Penny RimbaudO Evento contará com transmissão simultânea e abordará os temas: CRASS – aqui não há autoridade, além de você mesmo; Dial House – o antro de atos rebeldes; Before Crass– contracultura, movimentos pacifistas e arte subversiva.
Além dos debates com participação do lendário cofundador da banda Seminal Anarquista Punk (CRASS)Penny Rimbaud, haverá uma exposição fotográfica com o tema“Autonomia, subversão e amor”, da artista Marina Knup, venda de produtos do universo Punk e comida Vegana.
O evento é organizado pelo Coletivo Pulso, Imprensa Marginal e No Gods No Masters e conta com o apoio de Sindicatos, entidades sem fins lucrativos e empresas locais. 
Sobre Penny Rimbaud:
Resultado de imagem para Penny RimbaudJeremy John Ratter (nascido em 8 de junho de 1943), conhecido como Penny Rimbaud, é escritor, poeta, filósofo, pintor, músico e ativista. Foi membro dos grupos de arte de performance EXIT e Ceres Confusion. Em 1972, foi co-fundador do Stonehenge Free Festival, juntamente com Phil Russell aka Wally Hoppe.  Em 1977, ao lado de Steve Ignorant, co-fundou a banda Seminal Anarquista Punk (CRASS), que se desfez em 1984. Até 2000, Penny se dedicou quase inteiramente à escrita, voltando à plataforma pública em 2001, como poeta de performance, trabalhando ao lado da saxofonista australiana Louise Elliott e uma grande variedade de músicos de jazz.
Outras informações:Sérgio Rodrigo Teixeira(37) 9 8812 3532

Turnê de King Diamond em comemoração ao Abigail será lançada em DVD e Blu-Ray

Turnê de King Diamond em comemoração ao Abigail será lançada em DVD e Blu-Ray

Referência e influência para bandas de Heavy Metal de todas as idades, o lendário King Diamond chega ao Brasil para uma apresentação única no país, em São Paulo, no dia 25 de junho. Diamond será o headliner do Liberation Festival 2017, que ainda conta com bandas como Lamb of God e Carcass, no Espaço das Américas.
Em entrevista ao #VamosMusicalizar, King Diamond falou sobre toda a sua carreira e a apresentação no Brasil, confira:

Pedro Gianelli: Como é para você voltar ao Brasil depois de tantos anos? Porque a primeira e última vez que você esteve aqui foi em 1996, no Monsters of Rock
Resultado de imagem para king diamondKing Diamond: É um ótimo sentimento, porque essa é a hora certa para ver King Diamond, porque essa é a primeira vez que temos a chance de levar toda a produção que temos. Esse é o melhor show que temos desde o início da carreira, é algo que, se você for, você quer falar sobre isso depois. Tocaremos todo o álbum ‘Abigail’, mas também tocaremos outros clássicos. Teremos uma produção completa, tudo que temos direito, terá todas as luzes, uma atriz interpretando Miriam, do Abigail, tudo.
Estamos fazendo um DVD/Blu-Ray com os shows da turnê, que vai ser lançado ainda neste ano, também lançaremos um novo álbum de estúdio, mas isso provavelmente no próximo ano, então é uma turnê muito especial. Porque será a primeira vez que alguns países verão o King Diamond, como o México, onde tocaremos na Cidade do México, e também São Paulo, que terá pela primeira um show completo do King Diamond.
P.G.: A sua imagem é rodeada por mitos e rumores que conseguem assustar qualquer criança por aí. Qual é o mito mais sem noção que você já ouviu? Aquele que você pensou: “eu não acredito que eles estão dizendo isso”.
K.D.: Bom, eu sei que, muita das vezes, o meu crew que é responsável por contar essas histórias para as pessoas, porque eles acham engraçado. Teve uma bem engraçada, que tinham vários fãs do lado de fora do local do show, fazendo barulho, e alguém disse para eles: “vocês não vão querer incomodá-lo, ele está dormindo no seu caixão”. Até teve uma rádio que me perguntou se eu dormia no caixão, eu disse: “ah, por favor! Não todas as noites” (risos).
P.G.: Ainda sobre os mitos, temos uma história sua aqui no Brasil, em 1996, que você comeu um prato de feijoada e passou muito mal depois, é verdade?
K.D.: Eu não lembro disso (risos). Lembro que uma vez que fiquei doente por causa de comida foi nos EUA.  Fui a um restaurante por lá e acho que o peixe estava estragado, eu passei muito mal, no outro dia, em Los Angeles, eu até comecei a sangrar pelo nariz. Mas do Brasil eu apenas me lembro de boas comidas.
P.G.: Antes de você se tornar o King Diamond, você teve a banda Black Rose. Como foi a transição que você teve que passar até chegar onde chegou hoje?
K.D.: Muitas coisas aconteceram. Eu tive uma banda antes do Black Rose, chamada Brainstorm, em que eu tocava guitarra, não cantava. E aí eu fiquei sabendo que o Black Rose estava procurando por um cantor, então me candidatei para ser cantor/guitarrista, e tocávamos muito Rainbow, DeepPurple, Black Sabbath... A primeira música que cantei foi ‘Space Truckin’, do DeepPurple, eu apenas gritava, mas, no final, já não tinha voz, então tive que estudar e aprender a controlar minha voz para seguir minha carreira.
P.G.: Quando descobriram que íamos te entrevistar, muita gente perguntou: ‘e o Mercyful Fate? Alguma chance de voltar?’
K.D.: Quem sabe? Eu estou pronto para tocar com eles de novo. Seria interessante tocar com todos os originais, mas deve ser algo certo, não apenas uma vez e pronto, todos têm que querer, para mostrar todo o respeito com a banda. Mas seria muito interessante, eu nunca diria ‘não’ para isso. Mas, agora, King Diamond é o foco total.
P.G.: Depois de tantos anos pela estrada, uma aposentadoria já é algo pensado?
K.D.: Eu não penso nisso agora. Minha voz cada dia fica melhor, eu consigo fazer o que eu faço e ainda surpreender as pessoas. Mas você não sabe o que vai acontecer, é algo que não se pode controlar, mas eu estou saudável, consigo fazer todas essas coisas por um bom tempo. Mas, se isso acontecer, eu não farei uma “turnê de despedida”, para ganhar mais pessoas nos shows, não vejo sentido nisso (risos).
P.G.: A cena do Metal, quando você começou, era totalmente diferente de hoje. Quais são as diferenças que você vê? Era mais fácil antes ou agora?
Resultado de imagem para king diamondK.D.: Nós fizemos algo especial. King Diamond e Mercyful Fate criaram estilos únicos. Tanto de ritmo, quanto de letras. Hoje, nós temos nossa equipe de gestão, é claro que isso ajuda muito, mas não é o mais importante, e sim fazer aquilo que vem no seu coração. Hoje, eu acho que é mais difícil para uma nova banda fazer sucesso do que era há 30 anos. Porque, com o passar dos anos, a música mudou. Por exemplo, streaming ficou cada vez mais normal, existe mais dinheiro no streaming do que nas vendas de discos.
Os selos de Metal estão, cada vez mais, olhando para o futuro, então, você precisa ter um bom e extenso catálogo, assim como nós temos. Porque muitos serviços de streaming querem muitos álbuns. As bandas devem saber também como escrever uma boa história, eu sei a resposta para isso, mas não vou contar (risos). Eu tenho muitas ideias para a música atual.
P.G.: Você vê alguma banda ou artista que podem ser o próximo King Diamond?
K.D.: Eu não acho que exista um novo King Diamond, e nem quero que isso aconteça. Da mesma forma que não quero que exista um novo Black Sabbath, ou um novo Deep Purple. Se você quer se destacar, você não pode copiar ninguém, você deve se influenciar, mas não copiar. Seria a mesma coisa de uma banda tributo, e eu realmente não gosto disso, não vejo significado nisso. Elas apenas querem pegar sua carreira e fazer alguns shows, elas não nos ajudam, os fãs sim, não as bandas tributos. Se eu quiser ver uma banda, eu vejo a original, tocando as músicas originais, quando você vê uma banda tributo, é como: ‘ok, eles tocam as músicas bem’, mas a experiência, comparada com o original, não é nada.
As bandas fazem algo único, por exemplo, no Black Sabbath, tivemos o Dio, que era um vocalista excepcional, mas não seria legal se ele cantasse músicas do Ozzy, e também o contrário, não gostaria de ver o Ozzy cantando ‘Heaven and Hell’ ou ‘Neon Nights’. Esses vocalistas têm vozes muito pessoais, então você não pode substituir alguém assim.
P.G.: Eu sei que ainda é muito cedo, mas vamos ter que esperar por muito tempo para ver você aqui no Brasil novamente?
K.D.: Eu sinceramente espero que não! Agora nós encontramos o caminho para fazer isso mais facilmente. Nós queremos voltar com o novo álbum, e os shows da sua turnê terão, pelo menos, 50% de músicas novas no setlist, queremos muito levar isso para o Brasil.


King Diamond ainda enviou um recado especial para os fãs brasileiros, que pode ser ouvido AQUI. Os ingressos para o show histórico ainda podem ser adquiridos através do site: www.ticket360.com.br.

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Substituição no Rock in Rio: sai Billy Idol, entra Fall Out Boy

Um dia antes do cancelamento de Idol, o Rock in Rio anunciou a apresentação, no mesmo dia (21/09), da banda britânica Def Leppard. Com o cancelamento, muito se cogitou a entrada do Poison no line-up do evento, pois Def Leppard e Poison farão turnê na América do Sul nos próximos meses.
Porém, os fãs da banda de Glam Metal terão que esperar por uma nova oportunidade, porque a banda substituta de Billy Idol já está definida e, pasmem, será o Fall Out Boy. Portanto, o line-up do dia 21 de setembro do Rock in Rio conta com: Aerosmith, Def Leppard, Fall Out Boy e Scalene.
FALL OUT BOY                          
Fall Out Boy é uma banda de pop punk formada em 2001, em fevereiro de 2007, a banda lançou Infinity on High para maior sucesso nas paradas musicais, alcançando #1 na Billboard 200 e vendendo 260.000 cópias na primeira semana. O primeiro single, "This Ain't a Scene, It's an Arms Race", alcançou #1 no Pop 100 e #2 no Billboard Hot 100.
Apesar do gênero musical de Fall Out Boy ser descrito como pop punk e pop rock, a banda era vista como parte da "explosão" emo pop. Take This To Your Grave foi muitas vezes citado como influência para música pop punk no começo dos anos 2000.
A última vez que a banda se apresentou no Brasil foi em 2014, com show único em São Paulo.

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